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Mostrando postagens de Março, 2010

Semente

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A semente já chegou Nem tão de repente Era desejada, era esperada E agora ali está Pequena para os olhos Grande para a emoção, Até bate o coração! Vai tomando forma Se aninhando, bem devagar E tudo se transforma, vejam vocês O que antes eram dois Agora já são três!

WE ARE ALL ONE - 2

Tá ligado? Então desligue!

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Ponte Octávio Frias, SP. HORA DO PLANETA 2010 Vamos colaborar Um gesto simbólico Tem poder, Tem um significado Não fique aí parado Com as suas velhas opiniões de sempre. Apague a luz, Acenda uma vela, Namore, Medite, Ou então olhe para as estrelas! Fotos do espetáculo em várias cidades: http://www.boston.com/bigpicture/2010/03/earth_hour_2010.html?camp=localsearch:on:twit:bigpic

Astrologia e o sentido da vida

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Catedral de Chartres, França “Os astrólogos estudam o céu porque o céu lhes fornece uma observação direta da ordem universal. Eles não procuram separar-se do universo e de seus ritmos, como fazem os cientistas, mas antes, buscam identificar-se com esses ritmos. “Os astrólogos da Antiguidade explicaram o relacionamento do homem com o universo em função da lei de correspondências – “assim como é como acima, assim é embaixo”. Os alquimistas astrólogos medievais explicaram a afirmação “ o homem é feito à imagem de Deus” como significando que os padrões estruturais do universo manifestado são expressões de uma ordem harmônica, oni-abrangente, que opera do mesmo modo no interior das galáxias, dos sistemas solares, dos homens e dos átomos. Assim , para o astrólogo, tanto os copos celestes existentes no nosso sistema solar quanto a natureza humana obedecem às mesmas leis e ritmos de desenvolvimento; portanto, para viver uma vida espiritualmente significativa, os seres humanos deverão

Céu e Terra

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Mirra Alfassa, A Mãe Para que serviria o homem Se ele não fosse feito Para estender uma ponte Entre Aquilo que é eternamente, Mas não é manifestado, E o que é manifestado, Entre todas as transcendências, Entre todos os esplendores Da vida divina E toda a obscura Dolorosa ignorância Do mundo material? O homem é o elo entre o que deve ser e o que é; Ele é a passarela estendida Sobre o abismo, Ele é o grande X em cruz, O traço de união quaternário. Seu domicílio verdadeiro, A sede efetiva de sua consciência Deve estar no mundo intermediário Que é o ponto de junção Dos quatro braços da cruz, Lá onde todo o infinito do Impensável vem tomar forma precisa Para ser projetado Na inumerável manifestação... Este centro é um lugar de amor supremo De consciência perfeita, De puro e total conhecimento. Estabelece lá, Senhor, Aqueles que podem devem e querem servir-Te verdadeiramente, A fim de que Tua obra possa Realizar-se, Que a ponte seja definitivamente estabelecida E que incansavelmente Tua

We are all One

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“ Além disso, não precisamos correr sozinhos o risco da aventura, pois os heróis de todos os tempos a enfrentaram antes de nós. O labirinto é conhecido em toda a sua extensão. Temos apenas que seguir a trilha do herói, e lá, onde temíamos encontrar algo abominável, encontraremos um deus. E lá , onde esperávamos matar alguém, mataremos a nós mesmos. Onde imaginávamos viajar para longe, iremos ter ao centro de nossa própria existência. E lá, onde pensávams estar sós, estaremos na companhia de todo mundo! Joseph Campbell(1) “ O tempo é comparável a um pó muito fino, que distraídos, deixamos escorregar por entre os nossos dedos sem nem ao menos perceber. Se lhe damos um bom uso, é a ponte por onde fazemos passar a trama do os nosso dias para fabricar o tecido de uma vida significativa. Portanto, tomarmos consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso torna-se essencial para a busca da felicidade. Isso não quer dizer que tenhamos de nos livrar daquilo que é agradável

Dança de Kuan Yin

Oásis

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Por Tereza Kawall Onde estão meus oásis? No dicionário encontro: Oásis : lugar aprazível, em contraste com outros que não são; coisa bela, agradável, deliciosa; prazer, alegria entre desgostos. Em alguns recantos da alma Gosto de vislumbrar o que chamo de meus oásis pessoais E o que são eles? Tudo e todos que me acolhem Em algum ponto desta jornada Chamada vida. Pode ser o silêncio Da solidão opcional Às vezes entremeados de boas leituras Dos bons pensadores ou poetas São também os mestres do espírito e da palavra Uma lufada de ar fresco, Cuja sabedoria é a lanterna precisa para aqueles dias que o sol não apareceu Pode ser a música; Hoje me contento com as já conhecidas. Pode ser o sombreado das árvores, Sempre gentis, a espera de todos. Podem ser imagens afetivas Que o anzol da memória pega lá longe Encontros, Amores desfeitos, Alguns com suavidade, alguns com pesar Todos contam uma história Dos dias com pouca, nenhuma e muita glória! Podem ser os sons que vivem pelo ar Dos anima

Constelações

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Fotografia de uma constelação Karl von Eckhartshause, "Chaves da magia, o alfabeto celeste", 1788. As estrelas vivas são os sinais de fogo com os quais Deus escreve os mistérios profundos do Universo. No “ Zohar”, um dos textos mais importantes da literatura cabalística está escrito: “ Nos espaços infinitos se encontram figuras e sinais que podem revelar os segredos mais profundos. Estas figuras luminosas são os caracteres com os quais o Altíssimo criou o Céu e a Terra”. As estrelas e as constelações são assinaturas do alfabeto natural com o qual foram criadas todas as coisas terrestres. O artista visionário reconhece os sinais do céu e os reproduz em sua obra. Com eles cria um microscosmo, ou seja, organiza o caos, dando-lhe uma forma. Um mago renascentista, Agripa Neheseim, escreveu o seguinte a respeito dos signos celestes: “ Os caracteres de seu alfabeto estão formados à imagem das estrelas e por isso repletos de mistérios celestes, tanto por sua aparência, forma

Chico Xavier

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A gente pode morar numa casa mais ou menos morar numa rua mais ou menos morar numa cidade mais ou menos e até ter um governo mais ou menos A gente pode dormir numa cama mais ou menos comer um feijão mais ou menos ter um carro mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos TUDO BEM! O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, É amar mais ou menos É sonhar mais ou menos É ser amigo mais ou menos É ter fé mais ou menos, Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.” Chico Xavier

Primeiro Amor

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Pétala , composição de Djavan O seu amor Reluz Que nem riqueza Asa do meu destino Clareza no tino Pétala De estrela caindo Bem devagar Ó meu amor Viver É todo sacrifício Feito em seu nome Quanto mais desejo Um beijo seu Muito mais eu vejo Gosto em viver, viver... Por ser exato A amor não cabe em si Por ser encantado O amor revela-se Por ser amor Invade E fim.