ALMANAQUE DO PENSAMENTO 2019


Pessoal, o Almanaque do Pensamento já saiu, está à venda online ( link) e nas livrarias.
Não deixem de ver o artigo sobre as crianças, suas brincadeiras favoritas e os quatro elementos da Astrologia.
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MAPA ASTROLÓGICO: O QUE É


O QUE É O MAPA NATAL , O ASCENDENTE, O SOL E A LUA

A palavra horóscopo vem do grego “horoscopay” que significa “observação do céu num dado momento”. O mapa natal é como a fotografia da posição dos planetas ao redor da Terra, o que torna a Astrologia um sistema geocêntrico; tudo é observado do nosso ponto de vista.

O mapa de nascimento é portanto, um guia, uma pista ou um caminho a ser seguido. Nossa  “impressão celestial”, única e intransferível. O horóscopo, ou a carta de nascimento, mostra assim um padrão energético que existe no plano físico, mental ou emocional, podendo revelar uma maneira mais natural ou adequada de quem você é ou do que a vida é para você. É muito importante dizer que o meio ambiente em que esse “eu” vai se desenvolver também é fundamental nas características da sua formação.

Assim como a semente de uma árvore guarda em si todas as características latentes dela, também nós já nascemos com algumas qualidades e características individuais. Nossos talentos e habilidades vão aparecendo ao longo da vida, mas existe algo que podemos chamar de temperamento ou índole que é a nossa marca registrada.

É importante compreendermos que na Astrologia, os signos não  são influencias vindas das constelações, mas sim campos vibratórios e magnéticos que se irradiam de uma fonte de vida, que para nós é o sol, o centro de nosso sistema solar. Todo individuo e toda manifestação de vida é por si mesma um centro vital, e tanto um átomo quanto um organismo vivo tem a mesma estrutura e a mesma essência. É o que chamamos de micro e macrocosmos.

De maneira simples podemos dizer que a Astrologia é o estudo comparado entre o céu e a terra, e que ela provavelmente nasceu da grande necessidade de ordem e compreensão que existe na humanidade em geral.

A Astrologia é uma linguagem que usa uma série de símbolos para criar uma identificação entre o homem e o cosmos. Desde sempre, os seres  humanos buscam conhecer e entender o universo à sua volta e  sua própria natureza.

Na antiguidade, o Zodíaco era considerado pelos astrólogos e filósofos como sendo a “alma da Natureza”, aquela que dá forma e ordem à vida.

Os doze signos, princípios formadores de vida, representam as várias qualidades de ser ou doze atitudes perante a vida. As doze casas são vários setores importantes da experiência humana como um todo. Por sua vez, planetas representam diferentes atitudes ou comportamentos perante a vida, são diferentes impulsos  e motivações de todos seres humanos.

Simplificando, essa é a tríade básica para o entendimento e interpretação da carta natal que chamamos o quê, como e onde: os planetas mostram o que está acontecendo, os signos mostram como e as casas mostram onde essas energias estão se manifestando.

Na Astrologia psicológica, o enfoque central é  de que todos nascemos com certas predisposições inatas, que determinam a compreensão que teremos das coisas e das experiências. Seu simbolismo indica as formas arquetípicas a priori que cada indivíduo traz consigo; cada um já tem uma forma específica de apreender o mundo à sua volta. Temos a tendência de perceber os acontecimentos e as pessoas que nos cercam através dos óculos da nossa própria natureza.

O signo Ascendente é dado pela hora do nascimento; ele “ascende” no horizonte leste da Terra naquele momento, marcando o grau e o minuto de um dos doze signos que ali está. É a entrada em cena, quando tudo se inicia, a primeira respiração da criança, o que se imprime nela a partir da combinação planetária. Na  fotografia do céu tirado naquele instante vamos observar a qualidade do tempo e da energia que ali está presente e que é compatível com o ser que está nascendo. É a primeira  vez que a criança vê o mundo e vice versa.

O signo Ascendente representa o indivíduo em ação na vida, seu corpo físico, sua forma básica de expressão na vida, aquilo que aparece, o jeito da pessoa, o modo como ela funciona e responde às exigências da vida.

O Sol na Astrologia representa a força masculina do universo, a criatividade, a vitalidade, a vontade, o desejo do reconhecimento, que está  no impulso para uma pessoa desenvolver a sua individualidade. Na mitologia grega, a potência e a força solar desse planeta era muito bem representado pelo deus Apolo, que atravessava todos os dias toda a esfera celeste em sua  exuberante carruagem  com belos cavalos.

 O Sol astrológico é o doador da identidade, é símbolo de poder, luz e consciência, representa tudo aquilo que vamos nos tornando durante a vida, o nosso vir a ser, um fator progressivo do nosso mapa natal, o destino da realização do “eu” de uma pessoa.

A Lua astrológica traz indicações da vida emocional, o desejo de segurança básica, a mãe,  a família, a força feminina da natureza, o instinto maternal. Está relacionada à memória emocional, a necessidade de trocas afetivas com o ambiente, os relacionamentos e os hábitos de um indivíduo. Representa a vida inconsciente, os processos corporais, sendo a matéria prima daquilo que constitui o eu mais primitivo ou inconsciente, mas nem por isso menos importante.

Se quiser saber mais, aqui vai meu contato:

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Já saiu o Almanaque do Pensamento de 2019!
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Boa leitura!!

PENSAMENTOS DE JUNG


20 FRASES DE JUNG PARA VOCÊ REFLETIR:

1. “Até que você torne o inconsciente em consciente, aquele irá direcionar a sua vida e você irá chamá-lo de destino.”
2. “Tudo que nos irrita nos outros pode nos levar a uma compreensão de nós mesmos.”
3. “A reunião de duas personalidades é como o contato de duas substâncias químicas: se houver alguma reação, ambas são transformadas.”
4. “Você não se torna iluminado imaginando figuras de luz, mas sim ao tornar a escuridão consciente. Porém, esse procedimento é desagradável, portando, não popular.”
5. “Conhecer a sua própria escuridão é o melhor método para lidar com as trevas das outras pessoas.”
6. “Se você é uma pessoa talentosa, isso não significa que você ganhou algo. Significa que você tem algo a oferecer.”
7. “Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade. Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço saber o que ela não é.”
8. “Sua visão se tornará clara somente quando você olhar para o seu próprio coração. Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.”
9. “As pessoas vão fazer qualquer coisa, não importa o quão absurdo, para evitar olharem para suas próprias almas.”
10. “Solidão não é não ter pessoas ao seu redor, e sim ser incapaz de expressar coisas que parecem importantes, ou de perceber certos pontos de vista que os outros acham inadmissíveis.”
11. “A depressão é como uma mulher vestida de preto. Se ela aparecer, não a afaste. Convide-a para entrar, ofereça-lhe um assento, trate-a como uma convidada e ouça o que ela tem a dizer.”

                                                            12. “Um homem que não tenha passado pelo inferno de suas paixões, nunca irá superá-las.”
13. “Sua percepção se tornará clara somente quando você puder olhar para dentro de sua alma.”
14. “O pêndulo da mente oscila entre sentido e absurdo, não entre certo e errado.”
15. “O que você resiste, persiste.”
16. “Um sonho é uma pequena porta escondida no santuário mais profundo e mais íntimo da alma, que se abre para a noite cósmica e primordial, que é a alma, muito antes de existir o ego consciente.”
17. “Nós podemos pensar que conseguimos controlar totalmente a nós mesmos. No entanto, um amigo pode facilmente revelar algo sobre nós e do qual não temos absolutamente nenhuma ideia.”
18. “Tudo o que diz respeito às outras pessoas que não nos satisfaz, nos ajuda a entender melhor a nós mesmos.”
19. “Eu não sou o que aconteceu comigo, eu sou o que eu escolhi ser.”
20. “Não se apegue a quem estiver partindo porque assim você não irá conhecer quem estiver chegando.”

Fotos: Jung e busto de Sócrates e  outra mais recente (cor)  dele  em sua biblioteca  estudando. ( PB)

O PODER DO MITO


                                                                        


Bill Moyers  entrevista Joseph Campbell

Campbell:Os mitos estimulam a tomada de consciência de sua perfeição possível. A plenitude se sua força, a introdução de luz solar no mundo. Destruir monstros é destruir coisas sombrias. Os mitos o apanham, lá no fundo de você mesmo. Quando menino, você os encara de um modo, como acontecia comigo ao ler histórias dos índios. Mas tarde, os mitos lhe dizem mais e mais e muito mais. Quem quer que tenha trabalhado seriamente com idéias religiosas ou míticas lhe dirá que, quando crianças, nós as aprendemos num certo nível, mas depois muitos outros níveis se revelam. Os mitos são infinitos em sua revelação.

Moyers: Como fazer para destruir o dragão em mim?Como é a jornada que cada um de nós tem que empreender, que você chama “ a alta aventura da alma”?

Campbell: Minha formula geral para os estudantes, é: “ Persiga sua bem-aventurança”. Descubra onde ela está e não tenha medo de segui-la.
Moyers: É o meu trabalho ou a minha vida?

Campbell:  Se o trabalho que você faz é o que você escolheu porque encontra prazer nele, então é o trabalho. Mas se você pensa: Oh, não, eu não deveria estar fazendo isso!”, então é o dragão espreitando, dentro de você. “ Não, não, eu não podia ser escritor” ou “ Não, não, eu não podia de modo algum estar fazendo o que fulano faz.”

Moyers: Nesse sentido, ao contrário de heróis como Prometeu ou Jesus, não nos empenhamos em nossa jornada para salvar ao mundo, mas para salvar a nós mesmos.

Campbell: Mas, ao fazer isso, você salva o mundo. Uma pessoa vitalista sempre traz uma influencia vitalizadora, não tenha dúvidas a respeito disso. O mundo sem espírito é uma terra devastada. AS pessoas tema ilusão de salvar o mundo trocando as coisas ao redor, mudando as regras, quem está no comando, e assim por diante. Nada disso! Qualquer mundo é um mundo válido se estiver vivo. A coisa é trazer vida a ele, e a única maneira de fazer isso é descobrir, em você mesmo, onde está a vida e manter-se vivo.

Moyers: Quando me empenho nessa jornada, indo lá embaixo para matar aqueles dragões, tenho de ir sozinho?

Campbell: Se você tem alguém para ajudá-lo isso também pode ser muito bom. Mas, em ultima instancia, a proeza derradeira tem de ser praticada por você, só. Psicologicamente, o dragão é o atrelamento de si ao seu próprio ego Estamos aprisionados em nossa própria caverna de dragão......
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Campbell: Nossos dragões, no Ocidente, representam a cobiça, mas o dragão chinês é diferente. Ela representa a vitalidade dos pântanos, e emerge batendo na barriga e rugindo, ameaçador. É uma espécie adorável de dragão, a que libera a generosidade das águas – uma grande, gloriosa dádiva. Mas o dragão das nossas histórias procura juntar, acumular coisas, todas as coisas para si mesmo. Ele guarda essas coisas na caverna secreta: pilhas de ouro, e quem sabe, uma virgem raptada. Ele não o que fazer nem com o ouro nem com a virgem, e por isso se limita a guardá-los.  Existem pessoas assim, são os parasitas. Não há vida neles, nem doação. Eles apenas se grudam a você, se penduram em volta, e tentam sugar, de você, a vida de que necessitam”.

Do livro: O poder do Mito, de Joseph Campbell, editora Palas Athena, São Paulo
A entrevista foi feita em 1985 e 1986.

O QUE É UM MITO?



Um mito é um modo de dar sentido a um mundo sem sentido. Mitos são padrões narrativos que dão significado à nossa existência... Mitos são como as vigas de uma casa: invisíveis a uma visão exterior, são a estrutura que mantém a casa de pé para que as pessoas possam morar nela.
Por meio de seus mitos uma sociedade dá a seus membros alívio para a culpa neurótica e para a ansiedade excessiva. 
Na antiga Grécia, por exemplo, quando os mitos eram vitais e fortes, nos indivíduos na sociedade eram capazes de enfrentar os problemas de existência sem ansiedade opressiva ou sentimentos de culpa. Por isso, encontramos os filósofos daquela época discutindo beleza, verdade, bondade e coragem como valores na vida humana. Os mitos liberaram Platão, Ésquilo e Sófocles para criar suas grandes  obras literárias e filosóficas, que nos foram legadas como preciosidades.
Os mitos são nossa auto-interpretação de nosso Self interior em relação ao mundo externo. Suas histórias por meio das quais nossa sociedade se unifica. Os mitos são essenciais para o processo de sobrevivência da alma, num mundo muitas vezes difícil e sem sentido. Tais aspectos da eternidade, como beleza, amor, grandes idéias aprecem súbita ou gradualmente na linguagem dos mitos”. 
Rolo May.

“ É por meio dos mitos que os homens são suspensos acima de suas capacidades no cotidiano, alcançam visões poderosas do futuro e realizam tais visões.
Peter Berger, em” Pirâmides do Sacrifício”.

Segundo Thomas Mann, o mito é a verdade eterna em contraste com a verdade empírica. Contudo o mito transcende o tempo. Não importa se Adão e Eva existiram, mas o mito a seu respeito, contido na Bíblia, ainda apresenta a imagem do nascimento e do desenvolvimento da consciência, válido para todas as pessoas de todas as idades e religiões.  
“ O mito não é arte, embora esteja presente em todas elas. O mito oferece mais, pois seus métodos e funções são diferentes. O mito é uma forma de expressão que revela um processo de pensamento e de sentimento - a consciência do homem e sua reposta ao universo, a seus companheiros e ao seu outro eu. É uma projeção de forma concreta e dramática dos medos e desejos, totalmente inacessíveis e inexprimíveis de outra forma”.
Lillian Feder em “O mito antigo na poesia moderna”; Princeton University Press, 1971.

"Eis aí nossa era atual... curvada sobre o extermínio do mito. O homem hoje, despojado de seus mitos, permanece esfomeado em meio a todo seu passado e precisa cavar freneticamente por raízes, estejam estas na mais remota antiguidade”.
Friedrich Nietzsche, em “O nascimento da Tragédia do Espírito da Música”.

“Todo individuo busca – e precisa encontrar se quiser manter-se são – uma ordem, uma coerência ao fluxo de suas sensações, emoções ou idéias que habitam o seu consciente, sejam estas vindas de dentro ou de fora. Assim sendo, os mestres encarregados de  ensinar a virtude e a coragem aos jovens – que os gregos chamavam de Areté – compreenderam que o mito seria o fundamento dos valores e da ética”.
 Rollo May.

Extraído do livro “A procura do mito”,  de Rollo May,  Editora Manole, 1996, São Paulo.
Imagens: Esculturas de Nêmesis, que representa a Justiça e Hércules, herói grego coberto com a pele do leão de Neméia.

O PODER DE MUDAR

O poder de mudar

Em maior ou menor grau, recebemos poder por intermédio de várias influências – familiar, educacional, cultural. Com o passar do tempo, essas influencias também moldam nossos pensamentos e crenças. Poder é energia com um propósito, portanto qualquer coisa que venha se tornado habitual perde o propósito e, conseqüentemente, o poder. O poder de mudar é essencial se queremos por fim ao estresse, o que é crucial se queremos relaxar.
Em seu livro Feel the fear and do it anyway, a doutora Susan Jeffers resume o resultado do hábito: “Se você sempre faz o que sempre fez, você sempre obterá o que sempre obteve”. Em outras palavras, a menos que rompamos com os hábitos e nos apliquemos em mudar, sempre nos sentiremos tensos, pois nunca conseguiremos romper com os padrões do pensamento negativo.

Todos temos várias reservas de energia dentro de nós, mas quando se perde o propósito e a auto-expressão é bloqueada não conseguimos extrair de nós esses fenomenais recursos. O perigo é começarmos a viver na superfície de nossa vida, não mais agindo, mas só reagindo. A menos que encontremos e utilizemos o poder da transformação, ficaremos à mercê de correntes aleatórias.
Não podemos nos apoiar em ninguém para promover a mudança por nós. A autoconfiança e o poder pessoal vêm, por definição, de dentro. 
Quando nos propomos a mudar, somos os heróis da nossa jornada espiritual. E, como os grandes heróis da mitologia, devemos matar os demônios da ilusão (baixa auto-estima), preguiça, apego ao hábito) com a espada do conhecimento e a armadura da coragem. Dramatizar nesses termos o que decidimos fazer pode nos ser útil. Elabore um programa de mudanças, por exemplo, de uma idéia. Convença-se de que a nova idéia pode se tornar real. Depois, dirija as energias no sentido de levar adiante seu projeto. É assim que os dragões são derrubados.

Do livro “ Aprenda a relaxar”
Mike George, Editora Gente.

PALESTRA NA SOUL


Na Astrologia, o arquétipo de Saturno, entre outras coisas, diz respeito a sombra humana.
Liz Greene, em seu livro de mesmo nome, diz:

“ Saturno simboliza um processo psíquico, assim como uma qualidade ou tipo de experiência. Ele não é simplesmente um símbolo de dor, de restrição e de disciplina, mas também um símbolo do processo psíquico, comum a todos os seres humanos, por meio do qual um individuo poderá utilizar as experiências de dor, de restrição e de disciplina como um meio de ampliar sua consciência e desempenho”.

...”Saturno está relacionado com o valor educativo da dor e com a diferença entre valores exteriores – aqueles que trabalhamos para descobrir dentro de nós mesmos. O papel de Saturno enquanto Fera é um aspecto indispensável do seu significado, pois, conforme nos relata o conto, a Fera só pode se libertar do encantamento e se transformar em Príncipe quando for amada por aquilo que ela é”.
A sombra também guarda talentos, recursos e habilidades que estão adormecidas no porão da psique e aqui é que reside a sua beleza e riqueza. Os tesouros enterrados nos mitos lá estão à nossa espera para que possam se revelar, livres da repressão e das culpas. Da mesma forma, em analogia, as ostras fabricam as pérolas em função de um mecanismo de defesa do atrito que havia dentro delas. Essa jóia orgânica faz parte de um processo lento da natureza, é bela e delicada  tal e qual a sombra"


 Foram abordados conceitos da Psicologia Analítica, o mapa astrológico de JUNG, o conceito de Sombra relacionado aos símbolos de Saturno Plutão.







Pessoal, aqui vai o link da " live" que eu a MArcia Ferreira Silva fizemos para divulgar a palestra que está no banner da ultima postagem. Espero que aproveitem!!

https://www.facebook.com/marcia.ferreirasilva.399/videos/2256288637720869/?notif_id=1536949211200820&notif_t=feedback_reaction_generic

PALESTRA CEAP / JUNG E ASTROLOGIA PSICOLÓGICA













PALESTRA NO ESPAÇO SOUL EM  CAMPINAS/SP

DATA: 20/09/18 - 5a f - 20 hs às 21:30 hs

Gratuita, mas é necessário se inscrever em: https://www.eventbrite.com.br/e/interfaces-entre-jung-e-ast…
Jung compreendeu a Astrologia como uma representação simbólica dos arquétipos do inconsciente coletivo e encontrou neste estudo uma riqueza de significados espirituais e psicológicos, inclusive utilizando-a como uma ferramenta de diagnóstico em sua prática analítica.
O que podemos aprender sobre esta correlação entre Jung e Astrologia?

PALESTRANTES

Márcia Ferreira Silva, ISAR C.A.P.
Astróloga e Psicóloga com aprofundamento em Psicanálise e Psicologia Junguiana. Ministra cursos de astrologia online, presenciais e realiza atendimentos no C.E.A.P. em Campinas.Palestrante em congressos nacionais e internacionais. Obteve o título ISAR C.A.P., reconhecido mundialmente.
www.astrologiaceap.com.br
marciaf@astrologiaceap.com.br

Tereza Kawall
Astróloga e Psicóloga com orientação junguiana e pós-graduação em psicossomática. Foi colaboradora da Revista Planeta, com artigos nas áreas de comportamento, mitologia e astrologia. Co-autora do livro: “Astrologia e os doze portais mágicos”, editora Talento.
Colaboradora do Almanaque do Pensamento desde 2014. Assina as páginas: JUNG online no Facebook e o blog: www.blissnow.com.br                          Email: tekav@uol.com.br