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Mostrando postagens de 2009

Aí vem 2010!

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E vamos entrando em 2010... Desejo à todos Boas companhias, Solidariedade Alegrias, discernimento E MUITA FÉ!

Lá está ela!

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foto: TKawall foto: Ricardo Cardim Por Tereza Kawall As árvores são um doce refúgio Para os meus pensamentos Que às vezes se parecem com as andorinhas Ficam todos espalhados, voando de lá pra cá, Ziguezagueando no ar... Quando contemplo uma árvore Meu pensamento pode ali se aninhar, descansar, Minhas inquietações vão se apaziguando Porque vejo nelas um sentido, um propósito De proteger e abrigar a vida Pacificar as cidades e amenizar o seu calor. E como são vaidosas, ao exibirem suas flores! Sabem embelezar a vida com seu verde bailado, E assim nos acalmar, Como dedicadas Grandes Mães que são. A árvore também se oferece Para o besouro, para minhoca, para a abelha e o pássaro Para o sorveteiro, o descanso, e para o beijo roubado. O tempo passa, mudam as ruas, mudam as cores, Mudam as casas, mudam as nuvens e os passantes, Bem diferente das árvores, pois se deixarem, Lá estão elas, Altivas, sempre belas.

Caminho do Meio

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Por Tereza Kawall Sua Santidade, o XIV Dalai Lama, em sua extrema simplicidade e plena de sabedoria, diz que muito se surpreende com a forma que nós, ocidentais, temos de nos posicionar perante as situações da vida: é tudo ou nada, é oito ou oitenta. De fato, uma das premissas budistas é alcançarmos gradativamente o Caminho do Meio”. “Caminho do Meio (Madhyama Pratipad, em sânscrito) é uma tradicional expressão budista que procura, de um modo sucinto, apontar o rumo àqueles que se propõem a dar seus primeiros passos em direção à sabedoria ou, pelo menos, ao alívio de seus conflitos. As margens de um caminho não são opostas por si mesmas, tornam-se opostas em função do ponto de vista do caminhante. O lado direito e o esquerdo são os do caminhante, não os do caminho. Vale dizer, os da alma do caminhante, que facilmente projeta neles suas tensões em conflito. E é bom que o faça, pois a metáfora do caminho traz consigo diagnósticos e esperanças de transformação.” ( Rogério Malaquias)

COP 15 !!

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Londres Copenhagen I India Canadá

COP 15 Gaia Viva (3)

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Copenhagen Australia China Copenhagen

Descansando!

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E AGORA QUE JÁ COMEMOS MUITO BOLO E ESCALAMOS A MONTANHA, VAMOS DESCANSAR, TCHAU, MIAU! !

Descanso1

Escalar a Montanha

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" Há montanhas exteriores e montanhas interiores. A própria presença delas nos acena, nos chama a subir. Às vezes você busca e busca a montanha sem achá-la até que chega a hora em que você se sente suficientemente motivado e preparado para encontrar um caminho para chegar a ela, primeiro à sua base, e depois ao cume. A escalda de uma montanha é uma poderosa metáfora para a indagação da vida, a jornada espiritual, a trilha para o crescimento, transformação e compreensão. As dificuldades espinhosas que encontramos ao longo do caminho compreendem os próprios desafios de que precisamos para nos desenvolver e, desse modo, expandir nossas fronteiras. No final, a própria vida é a montanha, o professor, provendo-nos com oportunidades perfeitas para fazer o trabalho interior crescer com força e sabedoria.E temos muito o que aprender e crescer, uma vez que escolhemos fazer a caminhada. Os riscos são grandes, os sacrifícios aterrorizantes, o resultado sempre incerto. Enfim, a própria esc

Bolo Resiliência

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Receita de Bolo Resiliência Para começar, misture os seguintes itens na mesma proporção: Exercícios, 20 minutos de meditação diária Atividades prazerosas, boa música Bons amigos Tolerância, paciência Vá mexendo devagar Depois adicione aos poucos: Auto-estima, confiança Respeito aos próprios limites Perseverança Oportunidade para crescer, Inteligência emocional Novas atitudes, e por fim, Fé à vontade. Para finalizar a massa, duas pitadas Uma de calma, outra de bom humor. Experimente na palma da mão, Se não estiver no ponto, aumente o bom humor. Cozinhe no fogo brando da compaixão, o tempo que for necessário. Como esse bolo é imaginário e subjetivo Você pode usar na cobertura o que quiser Sugiro um sorvete geladinho ou calda de chocolate quente, tanto faz. Sirva para os amigos Sirva para você, Celebre a vida! Tereza Kawall .

Gaia Viva! (2)

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The Explanation, por Antonio Peticov . 1987 “Nosso intelecto criou um novo mundo que domina a natureza, e ainda a povoou de máquinas monstruosas. Estas máquinas são tão incontestavelmente úteis que nem podemos imaginar a possibilidade de nos descartarmos delas ou de escapar à subserviência a que nos obrigam. O homem não resiste às solicitações aventurosas de sua mente científica e inventiva, nem cessa de congratular-se consigo mesmo pelas suas esplendidas conquistas. Ao mesmo tempo, sua genialidade revela uma misteriosa tendência para inventar coisas cada vez mais perigosas, que representam instrumentos cada vez mais eficazes de suicídio coletivo” . Carl G Jung “A vida do ser humano é um caminho em direção a si mesmo, a tentativa de um caminho, o seguir de um simples rastro. Homem algum chegou a ser completamente ele mesmo; mas todos aspiram a sê-lo, obscuramente alguns, outros mais claramente, cada qual como pode. Todos levam consigo, até o fim, viscosidades e cascas de ovo de um m

Gaia Viva!

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Gaia, de Alex Grey “ A história intelectual da humanidade tem triunfos incríveis. Conseguimos aprender os segredos da energia nuclear, enviar espaçonaves à lua e todos os planetas do sistema solar, transmitir sons e imagens coloridas para todo o globo e todo o espaço cósmico, romper o código do DNA e começar a fazer experiências de clonagem e engenharia genética. Ao mesmo tempo, essas tecnologias superiores estão sendo usadas a serviço de emoções primitivas e impulsos instintivos que não são muito diferentes daqueles que dirigiam o comportamento das pessoas na Idade da Pedra”. “ Parecemos estar envolvidos em uma corrida dramática contra o tempo, sem precedentes em toda a história da humanidade. O que está em jogo não é nada menos do que o futuro da vida no planeta. Se continuarmos com as antigas estratégias que têm claras conseqüências extremamente auto-destrutivas, é improvável que a espécie humana sobreviva. Contudo, se um número suficiente de pessoas passar por um processo de p

Raízes da crise global

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Stanislav Grof “ Negociações diplomáticas, medidas administrativas e legais, sanções econômicas e sociais, intervenções militares e outros esforços semelhantes têm obtido muito pouco sucesso. Na realidade, eles freqüentemente têm produzido mais problemas do que soluções. Torna-se cada vez mais claro porque estavam fadados ao fracasso. As estratégias usadas para aliviar essa crise estão desde o inicio enraizadas na mesma ideologia que a criou. Em ultima análise, a atual crise global é basicamente de natureza psicoespiritual : ela reflete o nível de evolução da consciência da espécie humana. É portanto, difícil imaginar que ela possa ser resolvida sem uma radical transformação interna da humanidade, em larga escala, e sua elevação a um nível mais alto de maturidade emocional e consciência espiritual. Considerando o papel proeminente da violência e da ganância na história da raça humana, a possibilidade de transformar a humanidade moderna em uma espécie de indivíduos capazes de coex

Amiga

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Mary e eu, um dia feliz . Tudo já foi dito a respeito Da maravilha de ter bons amigos O mesmo acontece com o amor, Nunca nos cansamos de enaltecê-lo Mesmo porque se é verdade Que Eros tem muitas faces, O amor que vai para o amigo Ou que vem dele pra gente Não é menos especial. Tem uma espécie de ritmo, A cumplicidade dos segredos Uma deliciosa, ( e necessária) falta de intransigência E claro, alguma paciência. Porque para aprender, precisamos repetir, repetir... Quantas vezes falamos a mesma coisa, E ele ( o amigo/a) “simplesmente” ouve? Sem falar no colo, onde entregamos Nossa cabeça, nossas as aflições, Desejos e sonhos desfeitos. Assim é minha amizade Assim é minha amiga Tem um pouco de tudo Mas cada tudo é muito! Afeto, saudades, conselhos, silêncio, trocas, aceitação... Assim, creio que esta amizade É verdadeiramente “ holística”! Tereza Kawall

Qualidade de vida = Qualidade do pensamento

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foto: Araquém Alcantara Por Tereza Kawall Dê “ passagem" aos pensamentos, Recue um pouco, observe-os, sinta-os, Veja que eles vão e voltam, rodopiam Cansam, repetem cantilenas monótonas Parecem ficar pendurados na gente, Alguns são mais encantados e articulados Afinados com a realidade objetiva, Querem chegar a algum lugar, Outros nos fazem reféns De suposições infrutíferas, caóticas Inibem a criatividade da ação E das novas perguntas, E da reflexão que promove mudança. Dê passagem aos pensamentos, não se apegue a eles, Não se identifique muito com suas vozes Que são estridentes e dissimuladas Eles não são a verdade, tampouco a realidade, São a nossa interpretação dela Que varia de acordo com nossa paisagem interior Quem sabe até do nosso bom ou mau humor. Dê passagem aos pensamentos, percepções, aflições Deixe-os ir, abra a gaiola, crie espaços Para imaginar e deslizar mais no aqui-agora. Nossos pensamentos negativos Nos perseguem, inexoravelmente Como a roda barulhenta

Tudo respira em uníssono

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RICHARD TARNAS Nascido em Genebra (21 de fevereiro de 1950), Richard Tarnas é graduado da Universidade de Harvard e do Harvard do Instituto Saybrook. Trabalhou durante dez anos como diretor de Programas do Instituto Esalen. Ele é o fundador do programa de pós gradução de filosodofia, Cosmologia e Consciência do Califórnia Institute of Integral Studies e membro do corpo docente adjunto da Pacífica Graduate Institute.É casado, tem dois filhos, de 20 e 33 anos. Seu livro: “A Epopéia da Mente Ocidental" (publicado no Brasil pela Bertrand Brasil ) , Richard Tarnas relata a evolução do pensamento ocidental desde a Grécia antiga até a Renascença, e a revolução cientifica até o alvorecer do século XXI, mostrando as idéias centrais da filosofia, religião e ciência que forjaram nossa perspectiva cultural única. Hoje, diz ele, nos encontramos desconsolados, vagando entre dois mundos – um que morre e outro que está lutando para nascer. Por um lado, as certezas

E que tal um super abraço?

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Beijos para você!

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foto Ron Draine

Cuidar do outro

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Cuidar do outro “Uma outra motivação que se pode colocar na moldura das motivações interessadas: “ Se os seres vivos conhecessem os frutos da recompensa final da generosidade e das doações como eu os conheço, certamente eles não gostariam de cessar de doar aos outros, de partilhar com os outros até mesmo o último bocado de alimento”. Buda toma o exemplo do alimento, mas podem-se acrescentar outras realidades: tudo o que eu possuo, se não o partilho, não posso saboreá-lo na sua essência. Posso ser feliz totalmente só. Mas menos bem; posso olhar uma paisagem completamente só, é evidente, mas eu a degustarei melhor, se estiver acompanhado da presença e do olhar do outro; posso viver sem você, mas talvez um pouco menos bem... Alguém pode viver a sua própria libertação, trabalhando sobre si mesmo, mas viverá menos intensamente quando se fecha aos outros. O próprio Buda faz observar que esta abertura aos outros é uma das condições de nossa felicidade, de nosso progresso nessa vida e nas seg

Santosha

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Três Atos positivos do espírito ( 1) A satisfação Trata-se presentemente de desenvolver as qualidades contrárias à negatividade. O que vai corresponder `a possessividade é a satisfação, saber estar contente com aquilo que a gente tem. “ Deseja aquilo que tu tens e terás tudo o que desejas”. Desejar, gostar daquilo que a gente tem, se diz santosha em sânscrito: o contentamento.Há pessoas que nunca estão contentes com aquilo que elas têm, que sempre encontram o que é melhor em outro lugar; outras estão contentes com um copo de água, com um raio de sol, com um sorriso. Ao lado da necessidade de possuir sempre mais, de não estar nunca contente com o que a gente tem, há esta satisfação que não é auto-satisfação, mas reconhecimento em relação àquilo que nos é dado. É alguma coisa que devemos desenvolver em nós: saber acolher com gratidão aquilo que nos é dado. É então, que nos tornamos nós mesmos capazes de doar”. Jean Yves Leloup Do livro: A Montanha no Oceano- meditação e compaixão n

Apagou o quê?

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A luz necessária Por Tereza Kawalll O medo do escuro caminha ao lado história da humanidade, está na memória da nossa genética ancestral, ou no Inconsciente coletivo, para quem assim preferir. Somos cada vez mais dependentes de uma tecnologia que de um lado nos serve, e por outro nos escraviza. Somos consumidores ou seres consumidos pela voracidade e por um sistema social que prioriza acima de tudo a eficiência e a produtividade Em seu afã cientificista ou iluminista, o homem moderno acreditou ter dominado a natureza através e do conhecimento e da tecnologia, tornando-a mais previsível e “domesticada”. Quanta ilusão! A natureza tem, claro, muito ciúmes de seus mistérios, e que vem sido desvendados pela ciência de forma espetacular por um lado, mas o preço a ser pago pelos excessos , em nome de um suposto “ desenvolvimento” e riqueza de poucos, já foi longe demais. A saturação e o esgotamento na Mãe Natureza é algo absolutamente visíve

Vitrais de Chartres

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Zodíaco na fachada externa da Catedral Vitral de Libra Vitral de Áries "Chartres é chamada de “ A Catedral dos Vitrais”. Nada mais justo. São vitrais admiráveis, que tornam irreal a atmosfera no interior da basílica e fazem dela, nas palavras do poeta francês Edmond Joly, “ o navio encantado de uma música silenciosa, celebrando com suas cores e sua luz o segredo da eterna travessia”. Há vitrais do século 12, exibindo azuis que parecem roubados ao céu: Nossa Senhora do Belo Vitral, o Vitral da Paixão, o Vitral da Infância e vida de Nosso Senhor; o vitral da Árvore de Jessé. Há vitrais do século 13, múltiplos quadros que contam historias da Bíblia ou da vida dos santos e as imensas rosáceas sobre os pórticos. Foram oferecidos por reis ou por grandes senhores feudais, ordens eclesiásticas ou corporações de profissionais. Foram todos fabricados no interior da própria catedral, e instalados à medida que o edifício se completava. Aos olhos dos seus

Labirinto de Chartres

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Labirinto, símbolo da busca do Si-mesmo. Vitral Rosa, Catedral de Chartres, França. Luis Pellegrini "Como se não bastasse, a Catedral de Chartres trouxe ainda, até nossos dias, uma herança medieval tão preciosa quanto rara: um labirinto circular que ocupa toda a largura da sua nave central. Das muitas catedrais francesas que possuíam a labirintos similares, Chartres é a única que o conservou. Além disso, esse labirinto é considerado o maior de todos os que foram realizados: faltam apenas onze centímetros e meio para que seu diâmetro atinja treze metros. O labirinto de Chartres é até hoje perfeitamente visível com suas pedras escuras encastradas no pavimento de pedras claras. Mas, infelizmente, mesmo esse labirinto não está completo. No seu centro havia, segundo testemunhos históricos, uma grande placa de cobre com a imagem, em relevo, do combate mitológico entre o herói Teseu e o Minotauro. Esta placa foi provavelmente removida em 1792, época da Revolução Francesa, e us

Maternidade, eis a questão

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Semana passada me pediram um depoimento sobre mulheres que decidiram não ter filhos. Tenho duas filhas planejadas e amadas. Mas nunca fui obcecada pela maternidade. Acredito que qualquer mulher possa ser feliz sem ser mãe. Existem diversas outras vias para distribuirmos nosso afeto, diversos outros interesses que preenchem uma vida: amigos, trabalho, paixões, viagens, literatura, música - até solidão, se me permitem a heresia. Conheço mulheres que se sentem íntegras e felizes sem ter tido filhos e mulheres rabugentas que tiveram não sei por que, já que só reclamam. Há de tudo nesta vida. Mas tenho pensado nisso, porque, dia desses, uma amiga inteligente, realizada e linda completou 50 anos e se revelou meio abatida por certos questionamentos que chegaram com a idade - uma idade que está longe de ser das trevas, mas que é emblemática, não se pode negar. Ela nunca quis ter filhos. Escolha, não impossibilidade. Tem uma vida de sonho, mas anda se perguntando: não tive filhos, será que f

Click!

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RECEITA PARA UMA SAUDÁVEL LONGEVIDADE: UM CORPO ALONGADO E CONSTANTE CURIOSIDADE! BOA SEMANA PARA TODOS. Sobre a Curiosidade Oriunda do latim CUR? que significa “por quê?”.Donde se formou, dentro do vernáculo, o adjetivo “curiosus”, o que indaga sempre o porquê. A curiosidade foi considerada pelos romanos “a alavanca do saber”, uma espécie de motor da evolução da pessoa. Na orelha do meu livro de fotos “Vila Olímpia” coloquei o seguinte: Diz a lenda que ao ser procurado para uma entrevista, o poeta americano Ezra Pound, próximo de seus últimos dias e após manter imenso silêncio durante anos, concordou, depois de muita insistência do entrevistador, em proferir uma única palavra, que considerasse significativa como mensagem: CURIOSIDADE – Conselho aos jovens. Comentário de Fernando Stickel, obrigadíssima! http://www.stickel.com.br/atc/

Psicoterapia - Irving Yalom

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Neste livro, Irving Yalom(foto) traz narrativas surpreendentemente verdadeiras, o escritor disseca a delicada relação entre médico e paciente. Longe de se mostrar um observador distante, Yalom se coloca no olho do furacão, confidenciando aos leitores suas fraquezas, seus preconceitos, suas antipatias e até mesmo erros. Ao contrário do que se imagina, os bons terapeutas também se entediam, se envolvem, se identificam, são involuntariamente seduzidos e repelidos, amam e odeiam os seus pacientes. “Descobri que são quatro dados são particularmente relevantes para a psicoterapia: a inevitabilidade da morte para cada um de nós e para aqueles que amamos, a liberdade de viver como desejamos, nossa condição fundamental de solidão e, finalmente, a ausência de qualquer significado óbvio para a vida. Embora esses dados possam parecer terríveis, eles contém as sementes da sabedoria e da redenção. Espero demonstrar, nestes dez contos sobre psicoterapia, que é possível enfrentar as verdades da ex