OS MUTANTES


O "mutante" Alex Grey, artista plástico














O " mutante" Pierre Weil, educador,
escritore psicólogo transpessoal



“Provavelmente o nome “ mutante” foi escolhido por o terem relacionado com o fenômeno a que, em genética, se denomina mutação de genes.
O Ponto de Mutação, de Fritjof capara, inscreve-se nessa perspectiva. Sua publicação em inglês data daquela época ( anos 60 e 70), assim como “ A conspiração aquariana”, de Marilyn Ferguson. Estes e muitos outros autores são a principal fonte de inspiração e constituem modelos para a grande mutação pessoal.
São teólogos, físicos, antropólogos, psicólogos, romancistas, entre outros, todos eles mutantes, também.

Encontramos, ao longo dos anos o, ou melhor , os denominadores comuns a esses autores, o que pode nos dar uma pista para traçar o perfil do nosso mutante. A essa visão comum chamamos holística e transdisciplinar.
Todos os mutantes, caracterizam-se por uma nova visão do Divino. A versão primitiva de um Deus antropomórfico, para eles, é relegada a estória para embalar o sono das crianças. A nova visão divina não é apenas mais um conceito, mas faz parte de uma vivência.

Essa postura é fortemente influenciada por um conjunto de evidências colocadas em relevo por ciências de ponta, entre as quais, convém citar a microfísica e a física quântica, a parapsicologia, a psicologia transpessoal e a antropologia das religiões.

O que caracteriza o nosso mutante será o resultado do trabalho sobre si mesmo, visando a uma transformação profunda em direção a superconsciência. Seus heróis e modelos são os grandes sábios, místicos e santos da história ou da contemporaneidade. As práticas transformativas é que determinam sua nova forma de ser consigo mesmo e com os outros, isso é, a qualidade de suas relações amorosas e da vida profissional e social, caracterizadas pela prática da compaixão”.

Do livro: Os Mutantes
Pierre Weil
Editora Verus, 2003

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